Acampamento Feminino - Cartaz



As senhoras da igreja de Sete-Rios contribuiram para alegrar mais um acampamento de mulheres em Água de Madeiros. Com o tema "Servir ao Senhor com alegria", idealizámos um cartaz, com símbolos portugueses como a guitarra, o galo de Barcelos e o coração em filigrana que ficou lindo, entre outros cartazes que várias senhoras de outras nacionalidades fizeram especialmente para os cultos da noite. Temos a certeza de que na noite do culto missionário, Portugal estará bem representado.
Julho de 2010

CRISTO, O NOSSO SUBSTITUTO

“Porque, também, Cristo morreu uma única vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; morto na carne, mas vivificado no Espírito”

O sincretismo religioso é uma espécie de polvo, com os seus vários tentáculos, em constante movimentação, à procura de algumas presas. Este sincretismo encontra a sua máxima expressão na Nova Era, a religião emergente que tudo atrai e abarca.
O grande projecto por trás desta cosmovisão universal assenta na vontade e determinação de congregar todas as religiões numa só, onde todas as crenças encontram a suma harmonização.
A mistura de vários símbolos e conceitos religiosos tem sido a sua arma forte, na conquista daqueles que já possuem uma religião, por convicção ou por uma questão cultural. Esse poder de misturar várias verdades, a fim de formar um “composto” de conceitos e de crenças não ofensivas e de fácil aceitação por todos, constitui a força motriz da Nova Era.
Nesta confusão doutrinária, maquiavélica e maldosa, alguns cristãos têm sido influenciados e levados a misturar verdades claras das Escrituras com conceitos provenientes de outras religiões (incluindo os de origem pagã).
Diante deste cenário, faz-se necessário que os cristãos, verdadeiramente comprometidos com o seu Senhor e Mestre, afirmem a sua posição, com clareza e convicção.
O apóstolo Pedro, com o propósito de estimular a fé dos cristãos, espalhados pelas regiões do Ponto, da Galácia, da Capadócia, da Ásia e da Bitínia, que enfrentavam severa perseguição, por causa da sua fé no Senhor Jesus, incentiva-os a viver vidas exemplares, a fim de que o seu testemunho não ficasse manchado. Pedro encoraja-os a ser capazes de responder àqueles que questionavam a sua fé, com mansidão, mas com clareza e com inabalável convicção. Eles deviam ser capazes de explicar a razão da esperança que havia neles e que os impulsionavam a suportar as vicissitudes do tempo presente.
Para Pedro (e para todos os apóstolos), o grande exemplo de abnegação, que deve caracterizar a vida dos cristãos, é o próprio Senhor Jesus.
Muitos há que param neste ponto. Para estes, o Senhor Jesus não é mais do que um exemplo do altruísmo que todos devem imitar. Contudo, Pedro não fica pelo simples exemplo. Vai além e apresenta-nos o Senhor Jesus como o nosso mais digno substituto.
“Ele morreu pelos nossos pecados”, diz Pedro. Os nossos pecados foram (e são) a razão da Sua morte. Sem ter cometido pecado algum, aceitou a morte a nosso favor e em nosso lugar (2 Coríntios 5: 21; Hebreus 4: 15; 7: 26). Tal como disse o profeta Isaías “foi ferido por causa das nossas transgressões”, “ele levou sobre si o pecado de muitos” (Isaías 53: 5, 12).
Para que não restassem dúvidas, Pedro acrescentou “o justo pelos injustos”. Quer dizer que o Senhor Jesus morreu como um justo, como alguém que nunca cometeu injustiça. Contudo, foi condenado em lugar e em benefício de homens e mulheres injustos, dignos de condenação. Toda a nossa injustiça, pecados e transgressões “caíram” sobre Ele.
A glória da Sua obra revela-se no propósito pelo qual suportou a dor, a vergonha e a sufocante morte na cruz “para levar-nos a Deus”. Eis o glorioso propósito. Ele veio ao mundo, foi submetido à mais severa tentação, foi pregado na rude cruz e provou a morte. Tudo isto foi necessário para reconciliar-nos com o Pai. Que maravilhosa graça! Ele deu a Sua vida a fim de levar-nos de volta à casa do nosso amado Pai. Que o Seu nome seja exaltado! Que os nossos corações se encham de louvor e gratidão pelo Seu dom inefável.
Soli Deo Gloria!
Boletim nº 104,
Julho 2010

Estudo Biblico Eficaz - interagindo com o Texto Sagrado



Estudar a Bíblia com eficácia requer um esforço árduo, uma dedicação leal, uma honestidade intelectual e uma dependência humilde do Espírito Santo.
Procurar entender o sentido do texto sagrado, a intenção dos autores humanos, inspirados por Deus, é desvendar o caminho seguro para se chegar ao alvo pretendido que é – conhecer Deus, fazer a Sua vontade, experimentar o Seu amor e servir de testemunha da Sua graça diante de um mundo cada vez mais alienado de Deus.
É sobre isto que iremos “conversar” no nosso próximo encontro.
Participe!

Pastor Samuel Quimputo

FILHOS AMADOS DE UM GRANDE DEUS

“Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai; que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque o não conhece a ele. Amados, agora somos filhos de Deus...”

A doutrina da salvação, quando entendida em todas as suas facetas, segundo o ensino das Escrituras, é tremendamente arrebatadora. Ela deixa-nos emudecidos e impulsiona-nos a prostrar-nos diante do trono da graça de Deus, com corações agradecidos e cheios de louvor.
Nada no mundo pode satisfazer, de facto, o coração do Ser Humano, criado à imagem e semelhança do bondoso Criador, como o faz a Boa-Nova da salvação.
Desafortunadamente, nem sempre temos captado a profundidade da grandiosa e poderosa obra que Deus realizou em nós e por nós, por meio da morte sacrificial do Senhor Jesus, na cruz do Calvário. Não é de admirar, pois, que a nossa espiritualidade seja, de um modo geral, morna, superficial e sem emoção.
Em princípio, isto acontece por causa do deficiente conceito que temos da gloriosa doutrina da salvação. Para muitos, a salvação que Deus nos outorga não é mais do que uma libertação do fogo do inferno e da consequente condenação eterna. Ser salvo é simplesmente “não ser enviado para o inferno”. Tudo se resume a este ponto de vista negativo. Esta é uma visão redutora da fé cristã.
Segundo o ensino das Escrituras Sagradas, a salvação não implica, apenas, o perdão de pecados e o escapar da horrível experiência dos tormentos do inferno. Ela envolve tudo isso. Contudo, esta perspectiva meramente redutora da salvação fica aquém do ensino bíblico e empobrece a excelência do mistério da redenção. Ser salvo é ser resgatado do reino de Satanás e de todas as suas hostes malignas; é ser liberto da maldição da lei (na sua ênfase condenatória); é ser arrancado do poder (e do domínio) escravizador do pecado.
Todos estes resultados (ou efeitos) estão incluídos na obra salvadora de Deus, porém não cobrem toda a dimensão da multiforme graça da Deus. Ela não nos deixa neste ponto. É aqui que reside a glória do evangelho e da fé cristã.
O Evangelho, a Boa-Nova da salvação, é o poder do próprio Deus em acção, que opera na mente, na emoção e na vontade daquele que, sensibilizado pelo amor divino, responde com fé e confiança ao que Deus realizou em seu favor, por meio de Cristo (Romanos 1: 16; 1 Coríntios 1: 18).
Esse poder que actua naquele que crê, introduzindo nele um novo princípio de vida, faz desse pecador perdoado, alguém redimido e declarado justo pelo grande Juiz. Convém acrescentar que esse poder que opera a salvação, é o mesmo que actuou na ressurreição do Senhor Jesus (Efésios 1: 18-21).
Ao receber uma nova vida e um espírito vivificado, o crente torna-se uma habitação do Espírito Santo (Ezequiel 36: 26, 27; 1 Cor. 6: 19; 2 Cor. 6: 16). Todas estas bênçãos divinas introduzem o crente numa nova esfera, numa nova relação incomparavelmente superior. Ele é integrado na família de Deus. Ele torna-se (isto é, é feito) filho de Deus. Que privilégio! Ser salvo implica ser arrancado do reino das trevas e tornar-se concidadão dos santos e membro da família de Deus (Efésios 2: 19). “Agora somos filhos de Deus!”, diz João.
O crente salvo não é, apenas, um pecador agraciado e perdoado, mas também, um filho amado na família do Eterno Deus. Esta nova realidade deve levar todo o verdadeiro crente a dobrar os seus joelhos, em gratidão a Deus, pelo Seu tão grande amor com que nos amou, fazendo de nós Seus filhos adoptivos.
Todos quantos crêem no eterno Filho de Deus, recebem o poder (isto é, a prerrogativa) de se tornarem filhos de Deus (João 1: 12).
Que esta verdade incomparável encha os nossos coração de graça, alegria, gratidão e de um santo temor, estimulando-nos a um serviço abnegado pela causa de Cristo, que tanto nos amou e se entregou por nós.
Soli Deo Gloria!
Boletim nº 103 - Maio 2010

Ecologia Doméstica


Deus deu ao homem a tarefa de ser mordomo da terra onde habitamos. Nem sempre temos cumprido este mandamento mas vamos a tempo de ser “sal e luz”. É urgente que sejamos influentes, por isso, tentemos ser obedientes em amor e cuidemos do planeta. Com este workshop vamos perceber que há pequenos gestos que, caso sejam adoptados por todos, revelam ter enormes repercussões e alcançarão alterações positivas no meio-ambiente.
Quer saber como não desgastar recursos e poupar a natureza?
Como não desperdiçar água ou consumir menos energia?
Sabe qual é a sua pegada ecológica?
Vamos falar sobre isto e muito mais!

texto: Vera Rainho
A Rocha Maio 2010

O LUGAR DA FAMÍLIA NO PLANO DE DEUS

“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais;...
eu e a minha casa serviremos ao Senhor”


A família constitui o núcleo de toda a estrutura da Sociedade Humana. Sempre esteve nos planos de Deus e sempre estará. Prova disso é o modo como o Criador começou a história da raça humana.
O sentimento de pertença está bem alicerçado no âmago da personalidade humana. Esta é a razão por que o Ser Humano se sente em desequilíbrio, quando os seus relacionamentos interpessoais entram em colapso.
A família é, como a própria história humana prova, a base sobre a qual o ser humano sustenta a sua identidade e absorve os valores fundamentais, pessoais e relacionais, que o irão marcar e influenciar ao longo da sua vida.
Famílias sólidas e com um elevado grau de equilíbrio nos relacionamentos interpessoais, tendem a proporcionar aos membros do seu agregado, recursos determinantes para a formação da sua personalidade e da sua formação cívica.
Famílias desequilibradas, com relacionamentos humanos frágeis, onde a insegurança e a desconfiança imperam, tendem a produzir cidadãos problemáticos, com imensas dificuldades em estabelecer e preservar relações humanas sólidas.
Satanás, o inimigo impiedoso da raça humana, conhece, como ninguém, o poder e a importância de uma estrutura familiar sólida. Mais ainda, conhece a força de uma família onde Deus é reconhecido como o centro e o valor supremo da existência da mesma. Esta é a razão pela qual tudo procura fazer, empenhando-se com todas as suas forças, na tentativa (e com muito sucesso nos dias que correm) de enfraquecer o núcleo familiar, usando agentes humanos que por meio da política, da filosofia, das ideologias vanguardistas e da pretensa psicologia naturalista, procuram relativizar o papel e o lugar da família na sociedade.
A delinquência juvenil, a indisciplina escolar, a inversão de valores, o desrespeito pelo próximo, o crescente (e alarmante) número de divórcios que ocorrem, os cada vez mais frequentes distúrbios psiquiátricos e comportamentais são, em grande medida, resultantes de desequilíbrios existentes no contexto familiar.
Portanto, é urgente que a Sociedade, de um modo geral (e cada um de nós em particular), ganhe consciência e envide todos os esforços na recolocação da família no seu devido lugar - o do núcleo estrutural da Sociedade Humana.
Como povo de Deus, cuja cosmovisão e perspectiva de vida se alicerçam nas Escrituras, devemos esforçar-nos na manutenção da coesão das nossas famílias.
Contudo, convém dizer que, embora tudo deva ser feito para a preservação da coesão familiar, destacando o seu papel fundamental no equilíbrio psicológico e social das pessoas, o elemento preponderante é, sem dúvida, a visão familiar centralizada em Deus, onde tudo é feito não somente para promover a unidade e o valor da família, mas, e sobretudo, para manifestar a glória de Deus.
Josué, o grande líder que substituiu Moisés na introdução do povo de Israel na terra prometida, desafiou os seus contemporâneos a fazer uma escolha.
Depois de os ter exortado a abandonar a idolatria herdada dos seus progenitores, Josué desafia-os; pede ao povo que faça uma escolha.
O que torna a exortação e o desafio de Josué particularmente exemplares é que ele já tinha feito uma escolha sábia. E o interessante é que esta escolha foi feita no contexto familiar. “Eu e a minha casa”, disse Josué. Ele sabia que o que dá maior significado à vida familiar é a presença (desejada e invocada) daquele que é o arquitecto por excelência da próprio núcleo familiar.
Uma família, por mais bem estruturada que seja, se Deus não estiver no centro do seu viver e das suas prioridades, carecerá de força e de bênção.
“Eu e a minha casa (família) serviremos ao Senhor”. Que confissão sábia! Que convicção inabalável! Queira Deus dar-nos uma visão tão sábia sobre a fé e sobre a família como esta de Josué.
Soli Deo Gloria!
Boletim nº 102
25 Abril 2010

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