Porquê vir a Sete Rios

Sendo uma Igreja composta de homens e mulheres falíveis, mas decididos a caminhar pela Verdade, apresentamos, aqui, sete razões para nos visitarem, dando-nos o privilégio de nos alegrarmos com a vossa presença:

1ª – Vir a Sete Rios é ter a oportunidade de participar no estudo da Bíblia, de uma forma aberta, com profundidade, clareza e relevância, adaptado à todas as faixas etárias, através da Escola Bíblica Dominical, onde as questões são respondidas com sinceridade, as dúvidas esclarecidas com honestidade e as convicções são consolidadas com firmeza;

2ª – Vir a Sete Rios é ter a oportunidade de uma mensagem relevante, fundamentada na Bíblia, apresentada com uma profundidade estimulante e desafiadora, onde a Verdade é exposta mas não imposta, levando os ouvintes a um compromisso renovado com o Deus da graça, que perdoa, sala e santifica;

3ª – Vir a Sete Rios é ter a oportunidade de participar, como agente activo, num culto, cujo propósito principal é adorar e glorificar o grande e soberano Deus, num ambiente onde Cristo é amorosa e reverentemente exaltado, com louvor, por meio de hinos e cânticos espirituais, onde os crentes são estimulados e edificados, por meio de orações espontâneas (pela livre actuação do Espírito Santo), onde a esperança da volta do Senhor Jesus é revivida com alegria e expectativa;

4ª – Vir a Sete Rios é ter a oportunidade de servir a Deus por meio da vida, do exercício dos dons, das capacidades e dos talentos que nos foram dados do Alto, servindo aos outros e contribuindo para um clima “fértil” de crescimento, na graça e por meio da graça;
5ª – Vir a Sete Rios é ter a oportunidade de conhecer uma família de fé, com a qual pode conviver e sentir-se irmanado, por meio da qual pode proporcionar e usufruir bênçãos vindas do Pai do céu e ser usado, poderosamente, como um vaso (ou canal) de bênçãos para os outros congregados;

6ª – Vir a Sete Rios é ter a oportunidade de ver a beleza da graça de Deus a operar na vida de homens e mulheres comuns, de uma forma eficiente e visível. É contemplar o poder santificador do Espírito Santo em acção, transformando e moldando pessoas de todas as classes à imagem do Homem perfeito – Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus;

7ª – Vir a Sete Rios é ter a oportunidade de ser alcançado pela maravilhosa graça de Deus, capaz de transformar o pior dos pecadores num servo dedicado a Cristo. É ver o Deus de ontem em acção, hoje, preparando a Sua Igreja para o esperado encontro com o Noivo, Jesus de Nazaré, o Senhor da vida e do Universo.
Soli Deo Glória!
Samuel Quimputo

Sexualidade, comportamentos, a Bíblia responde



[…]
As atitudes humanas face à sexualidade têm assumido particular evolução nos últimos 40 anos. Há maior igualdade de género no direito ao prazer, que antigamente era direccionado para o homem, assiste-se a uma maior abertura e predisposição à fantasia e propensão à impureza.
Adicionalmente, a massificação dos conteúdos eróticos e pornográficos mudou a compreensão do sexo e da sexualidade na mente das famílias.
O painel procurará abordar este problema e face à definição bíblica, qual a atitude do cristão a tomar perante a Impureza Sexual.
[…]
Texto:Tito Santos


Agradecemos ao Lar Cristão a divulgação

Ceia Pascal: Uma oportunidade de Testemunho



Jesus, mais do que ninguém, era extremamente sociável. Ele amava as pessoas e os seus amigos, em particular. Por isso, gostava de estar perto e de conviver com eles. Aceitava frequentemente convites para jantar, tendo recebido por isso a fama de "glutão e bebedor de vinho" (Mateus 11:19).
Jesus adorava jantar, ficar a conversar à mesa com os seus amigos e, inclusivé, de lhes preparar a comida (João 21:9 a 10).
Vamos nesta Páscoa convidar Jesus para fazer parte da nossa mesa e convidá-Lo, mais uma vez, para um encontro connosco e com os nossos amigos mais chegados. Nesta mesa Pascal, recordemos Jesus, o amigo e Salvador que nunca desprezou as amizades nem deixou morrer o prazer do diálogo à mesa. "

texto: Paula Loja

2.2.2. ÉTICA DA VIDA | Eutanásia


Deus é o Criador e Senhor de toda Vida. Ele é aquele que dá e toma a vida. Valorizamos a Vida como presente de Deus do qual somos mordomos e não donos. Na Vida há um propósito divino não somente nos momentos de saúde, prosperidade e conforto, mas também de dor e sofrimento, mesmo quando não o conseguimos identificar. Defendendo a Vida e os mais necessitados, entendemos a importância de dar a doentes terminais uma vida serena e sem dor que lhes permita passar seus últimos dias o mais confortavelmente possível e com dignidade. Em casos de doença terminal com sofrimento e sem esperança de cura, a vida não deverá ser prolongada artificialmente, porque mesmo se houver retirada de algum tratamento médico, a morte se dará por causas naturais e pela doença subjacente. Rejeitamos, no entanto, como ato criminoso de matar, a eutanásia ativa, voluntária ou involuntária de doentes competentes e incompetentes.

(Génesis 1:27 e 28; I Samuel 2:6; Eclesiastes 7:14 e 8:8; Jó 14:5; Romanos 14:7 e 8; Jó 1:21 e 2: 9 e 10; Filipenses 4:12; I Coríntios 4:17; Romanos 5:3; Eclesiastes 2; Provérbios 31:6; Mateus 25: 35 a 40; Génesis 9:6; Êxodo 20:13).

2.2.1. ÉTICA DA VIDA | Aborto


Toda a vida foi criada por Deus. O ser humano foi criado por Ele à Sua imagem e conforme à Sua semelhança. A vida humana começa no ato da concepção visto que a partir desse momento existem de facto, e não apenas em potencial, todas as características genéticas de um ser humano individual plenamente desenvolvido. Esta posição é a que encontramos na Bíblia em todos os textos que falam da vida do feto e que se referem a ele como pessoa. Somos chamados assim a defender a vida e os inocentes. Consideramos o aborto como homicídio.

(Génesis 1:27 e 28; Isaías 49:1; Êxodo 21:22 a 23; Jó 1:21; Salmos 139:13 a 16; Lucas 1:15; 41 a 44; Jeremias 1:4 e 5; Génesis 9:6; Êxodo 20:13).

1.1.5. família | Relações Sexuais Extramatrimoniais


O Deus Criador é Deus de ordem e de decência. Para tudo, Deus tem determinado o tempo certo e a sua função. Só quando o homem e a mulher atingirem a capacidade de emancipação dos pais é que se deve concretizar o casamento, iniciando a sua relação sexual responsável e em condições de procriar e educar. A Bíblia reputa como pecado as relações extraconjugais (adultério) e pré-matrimoniais (fornicação).

(Génesis 1:28; Provérbios 1:8; 4:1; 13:1; Actos 15:20; I Coríntios 5:1; Gálatas 5:19; Efésios 5:3; Judas 7; Hebreus 13:4).

1.1.3. Família | Novo Casamento


Como o divórcio, também um outro casamento não está no plano de Deus para a família. São situações de grande excepcionalidade, conforme deliberação consciente e responsável dos principais decisores.

Um novo casamento é aceitável no caso do falecimento de um dos cônjuges, contanto que seja no Senhor e admissível no caso da vítima de adultério. 

(I Coríntios 7:36-39; Romanos 7:1-3; Marcos 10:11-12; Mateus 19:9; Lucas 16:18).