
Horários dos Cultos
Domingo
10.00h - Escola Biblica Dominical
11.15h - Culto de Louvor e Adoração
Quarta-feira
18.00h - Estudo Bíblico e Oração (estamos a fazer atrv+es da plataforma zoom)
10.00h - Escola Biblica Dominical
11.15h - Culto de Louvor e Adoração
Quarta-feira
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História da igreja em Sete Rios
A história da nossa igreja é recente e começa quando um grupo de irmãos, com o apoio de várias igrejas baptistas da Grande Lisboa, decide fundar mais um lugar de adoração a Deus nesta cidade.
Assim, em 28 de Junho de 1998, dá-se o ínicio oficial da Missão Baptista de Sete-Rios com reuniões regulares num hotel da cidade.
Neste período, a igreja foi apoiada por vários pastores que pregavam com regularidade até ser convocado um concílio examinador pela Igreja Baptista da Amadora, pela Igreja Baptista de Mem-Martins e pela Igreja Baptista da Parede.
Em 14 de Novembro de 1998, realizou-se o concílio examinador que por deliberação unânime reconheceu o grupo de membros como igreja organizada.
Durante um período de quase 3 anos, o pastor Manuel Alexandre Junior deu apoio espiritual como primeiro pastor da igreja, acumulando com o pastorado da Igreja Baptista da Amadora. Sentindo a necessidade de se dedicar com exclusividade à sua igreja na Amadora, o pastor Manuel Alexandre Junior orientou a igreja no sentido de encontrar um novo pastor.
A escolha da igreja recaiu sobre o seminarista Samuel Quimputo que assumiu a liderança espiritual da igreja como obreiro adjunto, em acto público, no dia 14 de Janeiro de 2001.
No dia 23 de Junho de 2001, realiza-se o concílio examinador convocado pela igreja Baptista de Sete-Rios, tendo o irmão Samuel Quimputo sido aprovado e consagrado ao ministério pastoral.
Ao longo destes anos a igreja tem perseverado na doutrina dos Apóstolos e na comunhão e no partir do pão e nas orações, com alegria e singeleza de coração. E o Senhor tem acrescentado à igreja aqueles que se hão-de salvar.
Assim, em 28 de Junho de 1998, dá-se o ínicio oficial da Missão Baptista de Sete-Rios com reuniões regulares num hotel da cidade.
Neste período, a igreja foi apoiada por vários pastores que pregavam com regularidade até ser convocado um concílio examinador pela Igreja Baptista da Amadora, pela Igreja Baptista de Mem-Martins e pela Igreja Baptista da Parede.
Em 14 de Novembro de 1998, realizou-se o concílio examinador que por deliberação unânime reconheceu o grupo de membros como igreja organizada.
Durante um período de quase 3 anos, o pastor Manuel Alexandre Junior deu apoio espiritual como primeiro pastor da igreja, acumulando com o pastorado da Igreja Baptista da Amadora. Sentindo a necessidade de se dedicar com exclusividade à sua igreja na Amadora, o pastor Manuel Alexandre Junior orientou a igreja no sentido de encontrar um novo pastor.
A escolha da igreja recaiu sobre o seminarista Samuel Quimputo que assumiu a liderança espiritual da igreja como obreiro adjunto, em acto público, no dia 14 de Janeiro de 2001.
No dia 23 de Junho de 2001, realiza-se o concílio examinador convocado pela igreja Baptista de Sete-Rios, tendo o irmão Samuel Quimputo sido aprovado e consagrado ao ministério pastoral.
Ao longo destes anos a igreja tem perseverado na doutrina dos Apóstolos e na comunhão e no partir do pão e nas orações, com alegria e singeleza de coração. E o Senhor tem acrescentado à igreja aqueles que se hão-de salvar.
Texto: Paula Loja
A OMNISCIÊNCIA DE DEUS
Antes de mais, a palavra omnisciência significa ‘ter todo (omnis) conhecimento (ou ciência). Este termo só pode ser aplicado apropriadamente a Deus, visto que só um ser infinito e eterno é capaz de conhecer todas as coisas. Ele é o único ser, cujo conhecimento abarca tudo o que é passível de ser conhecido.
O Seu conhecimento é sempre de carácter absoluto. É um conhecimento perfeito, ou seja, um completo conhecimento de tudo o que pode ser conhecido em todo o lugar e em toda a dimensão (Provérbios 15:3). O conhecimento do Senhor é infinito (Salmo 147:5). Tudo o que existe no reino natural é do conhecimento do nosso Deus (Mateus 10:29). Todos os factos estão presentes na “mente” divina. Não há nada na Criação que Deus não conheça num sentido íntimo e pessoal (Salmo 139). Por outras palavras, o conhecimento que o Senhor possui, sobre tudo o que existe, é exacto e detalhado (Lucas 12:7; Actos 15:18).
O alcance do conhecimento de Deus faz com que Ele veja (conheça) o fim desde o princípio. O conhecimento do Senhor Jeová não possui estágios de intensificação epistemológica (progressão no saber ou no conhecimento). Para o Eterno Eu Sou não existe tempo. ‘Tudo é um glorioso, vivo e eterno presente’ (Isaías 46: 9,10).
O conhecimento superior de Deus permite-lhe resolver os mistérios mais complexos e que nos deixam perplexos. Esta realidade aponta para uma diferença de graus no conhecimento de Deus e não para uma diferença no tipo de lógica que Ele usa, visto que Deus é racional, sendo assim, incapaz de contradizer-se.
A diferença básica (essencial) entre o conhecimento superior e absoluto de Deus e a Sua criação racional (anjos e homens) é de graus e não de lógica, visto que o conhecimento que temos d’Ele, fruto da Sua própria revelação, difere do nosso em graus e não no tipo, caso contrário, nenhuma verdade bíblica seria intelectualmente compreendida e aceite como digna da nossa confiança.
A omnisciência de Deus emana da Sua omnipotência. Ele não é omnisciente simplesmente pelo facto de aplicar o seu intelecto superior num estudo profundo do Universo e o que ele contém. Antes pelo contrário, Deus conhece tudo porque Ele criou tudo e a Sua vontade prevalece sobre tudo.
É impossível separar a omnisciência de Deus da sua omnipotência. O Seu controle sobre tudo resulta do conhecimento que possui sobre tudo o que existe e vice-versa. Como acontece com todos os atributos divinos, a omnisciência e a omnipotência são interdependentes, completando-se mutuamente.
O conhecimento de Deus é absoluto no sentido em que Ele é eternamente consciente de todas as coisas. O Seu intelecto é superior de modo a não precisar de um ‘acesso’ às informações ocultas num determinado ‘arquivo’ fora da Sua mente.
A verdade de que Deus conhece tudo (incluindo intenções, motivações, pensamentos e sentimentos), leva-nos à conclusão de que nada é oculto perante Ele; o que, por sua vez, nos conduz à Sua perfeita justiça.
Para que um juiz possa estabelecer um veredicto perfeitamente justo, primeiro tem de conhecer todos os factos. O conhecimento da verdade permitirá que o veredicto seja justo. Ora, sendo Deus conhecedor de toda a verdade, o juízo que estabelece é sempre justo e verdadeiro.
Esta verdade é consoladora quanto à segurança da salvação que há em Cristo. Nenhum erro (ou injustiça) pode ser cometido quanto ao julgamento de Deus.
Por outro lado, o facto de que Deus conhece tudo acerca de nós e de tudo o que nos acontece, leva-nos a concluir que, todas as coisas, no seu conjunto e no seu propósito mais profundo contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, e confiam no Seu divino poder (Romanos 8: 28).
Ele cuida de nós! Podemos descansar em Suas promessas e em Seu amor, visto que Ele sabe tudo sobre nós; o que sabemos e o que não sabemos acerca de nós próprios está patente diante d’Ele. Que o Seu nome seja santificado!
Textos de apoio: Salmo 147:5; Ezequiel 11:5; Actos 15: 18; Romanos 11: 33-36; Hebreus 4.13
(bases: Verdades Essenciais da Fé Cristã de R.C.Sproul e Grandes Doutrinas Bíblicas de Dr. Martyn Lloyd-Jones, Teologia Sistemática de George Eldon Ladd e Teologia Sistemática de Wayne Gruden).
O Seu conhecimento é sempre de carácter absoluto. É um conhecimento perfeito, ou seja, um completo conhecimento de tudo o que pode ser conhecido em todo o lugar e em toda a dimensão (Provérbios 15:3). O conhecimento do Senhor é infinito (Salmo 147:5). Tudo o que existe no reino natural é do conhecimento do nosso Deus (Mateus 10:29). Todos os factos estão presentes na “mente” divina. Não há nada na Criação que Deus não conheça num sentido íntimo e pessoal (Salmo 139). Por outras palavras, o conhecimento que o Senhor possui, sobre tudo o que existe, é exacto e detalhado (Lucas 12:7; Actos 15:18).
O alcance do conhecimento de Deus faz com que Ele veja (conheça) o fim desde o princípio. O conhecimento do Senhor Jeová não possui estágios de intensificação epistemológica (progressão no saber ou no conhecimento). Para o Eterno Eu Sou não existe tempo. ‘Tudo é um glorioso, vivo e eterno presente’ (Isaías 46: 9,10).
O conhecimento superior de Deus permite-lhe resolver os mistérios mais complexos e que nos deixam perplexos. Esta realidade aponta para uma diferença de graus no conhecimento de Deus e não para uma diferença no tipo de lógica que Ele usa, visto que Deus é racional, sendo assim, incapaz de contradizer-se.
A diferença básica (essencial) entre o conhecimento superior e absoluto de Deus e a Sua criação racional (anjos e homens) é de graus e não de lógica, visto que o conhecimento que temos d’Ele, fruto da Sua própria revelação, difere do nosso em graus e não no tipo, caso contrário, nenhuma verdade bíblica seria intelectualmente compreendida e aceite como digna da nossa confiança.
A omnisciência de Deus emana da Sua omnipotência. Ele não é omnisciente simplesmente pelo facto de aplicar o seu intelecto superior num estudo profundo do Universo e o que ele contém. Antes pelo contrário, Deus conhece tudo porque Ele criou tudo e a Sua vontade prevalece sobre tudo.
É impossível separar a omnisciência de Deus da sua omnipotência. O Seu controle sobre tudo resulta do conhecimento que possui sobre tudo o que existe e vice-versa. Como acontece com todos os atributos divinos, a omnisciência e a omnipotência são interdependentes, completando-se mutuamente.
O conhecimento de Deus é absoluto no sentido em que Ele é eternamente consciente de todas as coisas. O Seu intelecto é superior de modo a não precisar de um ‘acesso’ às informações ocultas num determinado ‘arquivo’ fora da Sua mente.
A verdade de que Deus conhece tudo (incluindo intenções, motivações, pensamentos e sentimentos), leva-nos à conclusão de que nada é oculto perante Ele; o que, por sua vez, nos conduz à Sua perfeita justiça.
Para que um juiz possa estabelecer um veredicto perfeitamente justo, primeiro tem de conhecer todos os factos. O conhecimento da verdade permitirá que o veredicto seja justo. Ora, sendo Deus conhecedor de toda a verdade, o juízo que estabelece é sempre justo e verdadeiro.
Esta verdade é consoladora quanto à segurança da salvação que há em Cristo. Nenhum erro (ou injustiça) pode ser cometido quanto ao julgamento de Deus.
Por outro lado, o facto de que Deus conhece tudo acerca de nós e de tudo o que nos acontece, leva-nos a concluir que, todas as coisas, no seu conjunto e no seu propósito mais profundo contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, e confiam no Seu divino poder (Romanos 8: 28).
Ele cuida de nós! Podemos descansar em Suas promessas e em Seu amor, visto que Ele sabe tudo sobre nós; o que sabemos e o que não sabemos acerca de nós próprios está patente diante d’Ele. Que o Seu nome seja santificado!
Textos de apoio: Salmo 147:5; Ezequiel 11:5; Actos 15: 18; Romanos 11: 33-36; Hebreus 4.13
(bases: Verdades Essenciais da Fé Cristã de R.C.Sproul e Grandes Doutrinas Bíblicas de Dr. Martyn Lloyd-Jones, Teologia Sistemática de George Eldon Ladd e Teologia Sistemática de Wayne Gruden).
A AUTO-EXISTÊNCIA DE DEUS
Ao estudarmos os atributos de Deus, iremos dividi-los em duas categorias: os pessoais (ou da personalidade absoluta de Deus) e os morais (que expressam o Seu carácter).
Começaremos os nossos estudos com os Seus atributos pessoais, destacando, em primeiro lugar, a Sua auto-existência.
A afirmação bíblica de que Deus é o Criador do Universo, leva à conclusão de que Ele mesmo não é criado. Existe uma distinção crucial e essencial entre o Criador e a criação.
A criação leva consigo o selo do Criador e dá testemunho da Sua glória. Contudo, ela não é suprema nem auto-existente e por isso não deve ser adorada.
Existe uma impossibilidade de algo ser autocriativa. O conceito da autocriação é, em si mesmo, uma contradição. Nada nem ninguém pode ser autocriado. Podemos afirmar, com toda a reverência, que nem mesmo Deus é autocriado, visto que para que Deus pudesse criar-se a Si mesmo teria que existir antes de Si mesmo. Esta realidade é uma pura contraditória semântica.
Sabemos que todo o efeito deve ter uma causa. Esta afirmação é verdadeira por definição. Deus, porém, não é um efeito. Ele não tem início e, portanto, não tem uma causa que lhe seja antecedente. Deus é eterno e preexistente (Salmo 90:1,2); Ele é o eterno “Eu Sou”. Ele possui dentro de Si o poder de ser.
A existência de Deus não necessita de assistência externa para a sua continuação. Ele é, simplesmente, auto-existente. A Sua existência é absolutamente independente.
O conceito da auto-existência de Deus é um dos mais impressionantes e sublimes que podem ser formulados acerca a Sua pessoa. Nada pode ser comparado relativamente à essência divina (Êxodo 3: 14).
Reconhecemos que a auto-existência de Deus é um conceito que ultrapassa a nossa capacidade de entendimento, visto que, tudo o que nos cerca, e que pode ser compreendido por nós, é resultado da criação. A impossibilidade (por definição) de uma criatura ser auto-existente, não significa uma impossibilidade da auto-existência do Criador.
A auto-existência (única) de Deus é o fundamento que estabelece a diferença essencial entre o Criador e a criação. É isso faz dEle o Ser supremo que é e a fonte (ou origem) de todos os outros seres, que vieram à existência por Sua soberana vontade (Isaías 44:6, 24; 45:9,12; João 1: 1-5).
Embora seja difícil entender o conceito da auto-existência de Deus, ele “não viola nenhuma lei da razão, da lógica ou da ciência”. É uma noção racionalmente válida.
A auto-existência é racional; a autocriação é irracional. A noção de alguma coisa ser auto-existente não é só racionalmente possível, como também é racionalmente necessária. A menos que algo exista em si mesmo, não seria possível existir absolutamente nada.
Concluímos, pois, que o que existe, existe porque Deus existe! Ele é a razão da existência de tudo. E tudo subsiste pelo Seu poder de auto-existência e pela Sua capacidade de criar (Jó 38: 3,4; Romanos 11: 36).
A nossa própria existência deve-se ao poder do Ser de Deus (Actos 17: 28).
A doutrina da Auto-existência deve encher os nossos corações de gratidão e de confiança. O nosso Deus é um refúgio seguro. Que o Seu nome seja louvado para todo o sempre. Amém!
Textos de apoio: Salmo 90:2; João 1: 1 – 5; Actos 17:22-31; Colossenses 1: 15-20; Apocalipse 1:8
Começaremos os nossos estudos com os Seus atributos pessoais, destacando, em primeiro lugar, a Sua auto-existência.
A afirmação bíblica de que Deus é o Criador do Universo, leva à conclusão de que Ele mesmo não é criado. Existe uma distinção crucial e essencial entre o Criador e a criação.
A criação leva consigo o selo do Criador e dá testemunho da Sua glória. Contudo, ela não é suprema nem auto-existente e por isso não deve ser adorada.
Existe uma impossibilidade de algo ser autocriativa. O conceito da autocriação é, em si mesmo, uma contradição. Nada nem ninguém pode ser autocriado. Podemos afirmar, com toda a reverência, que nem mesmo Deus é autocriado, visto que para que Deus pudesse criar-se a Si mesmo teria que existir antes de Si mesmo. Esta realidade é uma pura contraditória semântica.
Sabemos que todo o efeito deve ter uma causa. Esta afirmação é verdadeira por definição. Deus, porém, não é um efeito. Ele não tem início e, portanto, não tem uma causa que lhe seja antecedente. Deus é eterno e preexistente (Salmo 90:1,2); Ele é o eterno “Eu Sou”. Ele possui dentro de Si o poder de ser.
A existência de Deus não necessita de assistência externa para a sua continuação. Ele é, simplesmente, auto-existente. A Sua existência é absolutamente independente.
O conceito da auto-existência de Deus é um dos mais impressionantes e sublimes que podem ser formulados acerca a Sua pessoa. Nada pode ser comparado relativamente à essência divina (Êxodo 3: 14).
Reconhecemos que a auto-existência de Deus é um conceito que ultrapassa a nossa capacidade de entendimento, visto que, tudo o que nos cerca, e que pode ser compreendido por nós, é resultado da criação. A impossibilidade (por definição) de uma criatura ser auto-existente, não significa uma impossibilidade da auto-existência do Criador.
A auto-existência (única) de Deus é o fundamento que estabelece a diferença essencial entre o Criador e a criação. É isso faz dEle o Ser supremo que é e a fonte (ou origem) de todos os outros seres, que vieram à existência por Sua soberana vontade (Isaías 44:6, 24; 45:9,12; João 1: 1-5).
Embora seja difícil entender o conceito da auto-existência de Deus, ele “não viola nenhuma lei da razão, da lógica ou da ciência”. É uma noção racionalmente válida.
A auto-existência é racional; a autocriação é irracional. A noção de alguma coisa ser auto-existente não é só racionalmente possível, como também é racionalmente necessária. A menos que algo exista em si mesmo, não seria possível existir absolutamente nada.
Concluímos, pois, que o que existe, existe porque Deus existe! Ele é a razão da existência de tudo. E tudo subsiste pelo Seu poder de auto-existência e pela Sua capacidade de criar (Jó 38: 3,4; Romanos 11: 36).
A nossa própria existência deve-se ao poder do Ser de Deus (Actos 17: 28).
A doutrina da Auto-existência deve encher os nossos corações de gratidão e de confiança. O nosso Deus é um refúgio seguro. Que o Seu nome seja louvado para todo o sempre. Amém!
Textos de apoio: Salmo 90:2; João 1: 1 – 5; Actos 17:22-31; Colossenses 1: 15-20; Apocalipse 1:8
(bases: Verdades Essenciais da Fé Cristã de R. C. Sproul; Grandes Doutrinas Bíblicas de Dr. Martyn Lloyd-Jones; Teologia Sistemática de George Eldon Ladd e Teologia Sistemática de Wayne Gruden).
A OMNIPOTÊNCIA DE DEUS
No estudo anterior abordámos a doutrina da auto-existência de Deus. Esta doutrina deve conduzir-nos, logicamente, ao estudo do poder desse mesmo Deus que existe por Si, independentemente da Sua criação.
Para entendermos as implicações da doutrina da omnipotência de Deus, faz-se necessário reflectirmos sobre duas questões de interesse puramente racional.
Deus pode criar uma pedra tão grande que não seja capaz de movê-la?
O que é que acontece quando uma força irresistível se choca contra um objecto inamovível?
Quando analisamos estas duas questões, sobretudo a segunda, temos a sensação de que a nossa mente não consegue oferecer, de imediato, uma resposta plausível e satisfatória; isto porque os elementos que compõem a questão parecem contraditórios.
Podemos conceber uma força irresistível. Podemos, igualmente, conceber um objecto inamovível. O que não podemos conceber é a coexistência dos dois simultaneamente.
Contudo, o dilema que nos é colocado é falso. É falso porque é construído sobre uma premissa falsa, embora pareça verdadeira.
Muitas vezes, supõe-se que “omnipotência” significa que Deus pode fazer qualquer coisa. Contudo, como termo teológico, omnipotência não significa que Deus pode fazer qualquer coisa.
A Bíblia indica várias coisas que Deus não pode fazer: mentir (Hebreus 6:18); morrer (I Timóteo 1:17; 6:16), tentar (Tiago 1:13), etc. Deus não pode ser eterno e criado, ao mesmo tempo; não pode agir contra a Sua própria natureza; não pode ser Deus e não sê-lo ao mesmo tempo e na mesma relação.
O que a Omnipotência realmente significa é que Deus mantém o poder absoluto sobre a Sua criação. Nenhuma parte da criação está fora do alcance e da abrangência do Seu controle soberano
Para entendermos as implicações da doutrina da omnipotência de Deus, faz-se necessário reflectirmos sobre duas questões de interesse puramente racional.
Deus pode criar uma pedra tão grande que não seja capaz de movê-la?
O que é que acontece quando uma força irresistível se choca contra um objecto inamovível?
Quando analisamos estas duas questões, sobretudo a segunda, temos a sensação de que a nossa mente não consegue oferecer, de imediato, uma resposta plausível e satisfatória; isto porque os elementos que compõem a questão parecem contraditórios.
Podemos conceber uma força irresistível. Podemos, igualmente, conceber um objecto inamovível. O que não podemos conceber é a coexistência dos dois simultaneamente.
Contudo, o dilema que nos é colocado é falso. É falso porque é construído sobre uma premissa falsa, embora pareça verdadeira.
Muitas vezes, supõe-se que “omnipotência” significa que Deus pode fazer qualquer coisa. Contudo, como termo teológico, omnipotência não significa que Deus pode fazer qualquer coisa.
A Bíblia indica várias coisas que Deus não pode fazer: mentir (Hebreus 6:18); morrer (I Timóteo 1:17; 6:16), tentar (Tiago 1:13), etc. Deus não pode ser eterno e criado, ao mesmo tempo; não pode agir contra a Sua própria natureza; não pode ser Deus e não sê-lo ao mesmo tempo e na mesma relação.
O que a Omnipotência realmente significa é que Deus mantém o poder absoluto sobre a Sua criação. Nenhuma parte da criação está fora do alcance e da abrangência do Seu controle soberano
A OMNIPRESENÇA DE DEUS
No nosso último estudo abordámos a questão da Omnipotência de Deus. Vimos que esta doutrina nos ensina que Deus, na Sua soberania, pode fazer tudo o que é coerente com o Seu carácter, implementando deste modo o Seu divino plano para toda a criação.
No presente estudo iremos analisar o ensino bíblico acerca da Omnipresença de Deus.
Há pessoas que afirmam que podem deixar os seus corpos e fazer uma longa viagem à milhares de quilómetros, sem precisarem de um meio de transporte convencional. Essas ilusórias viagens denominam-se “projecção astral”. O facto é que, mesmo que a alma ou o espírito de uma pessoa pudesse ‘projectar-se’ dessa maneira e ‘viajar’ pelo planeta, tais viagens só poderiam incluir um lugar de cada vez.
O nosso espírito humano continua a ser finito e nunca será capaz de estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Somente um Espírito infinito possui o poder da omnipresença.
Quando falamos da Omnipresença de Deus, geralmente, queremos dizer que a Sua presença está em todos os lugares, isto é, que todas as coisas estão presentes diante dele. Quer dizer que não há lugar no universo que esteja fora do alcance de Deus.
Não existe um lugar onde Deus não esteja. Mesmo assim, sendo espírito, Deus não ocupa um lugar, no sentido físico em que os objectos ocupam lugar no espaço. Ele não possui propriedades físicas que ocupem um lugar no espaço.
Esta perspectiva leva-nos ao ponto central desta profunda e insondável doutrina. E a chave para a compreensão da Omnipresença de Deus é pensarmos em termos de outra dimensão ou de outra realidade.
A barreira que nos separa de Deus não é temporal nem espacial. Para se encontrar com Deus, não existe um ‘aonde’ ou um ‘quando’ em que isso pode acontecer. Isto significa que, estar na presença imediata de Deus é entrar numa outra dimensão, numa outra realidade (espiritual).
Há um outro aspecto da omnipresença de Deus que precisa ser enfatizado, visto que é frequentemente ignorado ou negligenciado. A ideia (latina) de omnis relaciona-se não somente com os lugares onde Deus se encontra, mas também com o quanto d’Ele está presente num determinado lugar.
Deus não só está presente em todos os lugares, como também está totalmente presente em cada um deles. Este aspecto da presença plena de Deus é chamado de Imensidão divina.
Para exemplificar, podemos dizer que, os crentes que vivem em Lisboa experimentam a plenitude da presença de Deus da mesma que os que vivem em Faro, em Bragança ou em Luanda, experimentam a mesma presença.
A Imensidão de Deus não se refere ao Seu “tamanho”, mas à Sua capacidade de estar totalmente presente em todos os lugares.
A doutrina da Omnipresença de Deus enche-nos de perplexidade. Ela faz parte dos paradoxos que a nossa razão não consegue compreender nem explicar, de um modo completo. Além da reverência que gera (e deve gerar) em nós, ela deve também nos servir de conforto, visto que podemos sempre ter a certeza da atenção e cuidado integral do Senhor pelas nossas vidas. Não é preciso esperar numa fila ou marcar uma audiência para estarmos na presença santificadora de Deus. Quando estamos na Sua presença toda a atenção nos é dada, assim como é dada, ao mesmo tempo a outros, em toda a parte.
Embora seja confortante para o crente, esta doutrina não o é em relação aos não crentes. Não é possível esconder-se de Deus; não existe nem um único cantinho, no vasto Universo, onde Deus não esteja. A Sua influência faz-se presente em todos os lugares.
O alcance da presença de Deus faz com que, mesmo o ímpio que sofre nas chamas do inferno, não esteja separado dele, ou seja, ‘fora do alcance’ da influência divina. No inferno a pessoa está, simplesmente, separado da Sua benevolência.
Entre outros, há um texto poético (mas didáctico) que magnifica e exalta a omnipresença de Deus de um forma magistral. Este texto é o Salmo 139: 7-10.
Que a verdade de que Deus está, pela Sua influência, em todos os lugar nos encha de conforto e de reverência, no que diz respeito ao nosso modo de viver e de agir.
Que a graça do Deus Omnipotente e Omnipresente seja com todos os que vivem debaixo do Seu governo, isto é, do Seu reino.
Textos de apoio: Jó 11: 7-9; Jeremias 23: 23,24; Actos 17: 22-31
(bases: Verdades Essenciais da Fé Cristã de R.C.Sproul e Grandes Doutrinas Bíblicas de Dr. Martyn Lloyd-Jones, Teologia Sistemática de George Eldon Ladd e Teologia Sistemática de Wayne Gruden).
No presente estudo iremos analisar o ensino bíblico acerca da Omnipresença de Deus.
Há pessoas que afirmam que podem deixar os seus corpos e fazer uma longa viagem à milhares de quilómetros, sem precisarem de um meio de transporte convencional. Essas ilusórias viagens denominam-se “projecção astral”. O facto é que, mesmo que a alma ou o espírito de uma pessoa pudesse ‘projectar-se’ dessa maneira e ‘viajar’ pelo planeta, tais viagens só poderiam incluir um lugar de cada vez.
O nosso espírito humano continua a ser finito e nunca será capaz de estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Somente um Espírito infinito possui o poder da omnipresença.
Quando falamos da Omnipresença de Deus, geralmente, queremos dizer que a Sua presença está em todos os lugares, isto é, que todas as coisas estão presentes diante dele. Quer dizer que não há lugar no universo que esteja fora do alcance de Deus.
Não existe um lugar onde Deus não esteja. Mesmo assim, sendo espírito, Deus não ocupa um lugar, no sentido físico em que os objectos ocupam lugar no espaço. Ele não possui propriedades físicas que ocupem um lugar no espaço.
Esta perspectiva leva-nos ao ponto central desta profunda e insondável doutrina. E a chave para a compreensão da Omnipresença de Deus é pensarmos em termos de outra dimensão ou de outra realidade.
A barreira que nos separa de Deus não é temporal nem espacial. Para se encontrar com Deus, não existe um ‘aonde’ ou um ‘quando’ em que isso pode acontecer. Isto significa que, estar na presença imediata de Deus é entrar numa outra dimensão, numa outra realidade (espiritual).
Há um outro aspecto da omnipresença de Deus que precisa ser enfatizado, visto que é frequentemente ignorado ou negligenciado. A ideia (latina) de omnis relaciona-se não somente com os lugares onde Deus se encontra, mas também com o quanto d’Ele está presente num determinado lugar.
Deus não só está presente em todos os lugares, como também está totalmente presente em cada um deles. Este aspecto da presença plena de Deus é chamado de Imensidão divina.
Para exemplificar, podemos dizer que, os crentes que vivem em Lisboa experimentam a plenitude da presença de Deus da mesma que os que vivem em Faro, em Bragança ou em Luanda, experimentam a mesma presença.
A Imensidão de Deus não se refere ao Seu “tamanho”, mas à Sua capacidade de estar totalmente presente em todos os lugares.
A doutrina da Omnipresença de Deus enche-nos de perplexidade. Ela faz parte dos paradoxos que a nossa razão não consegue compreender nem explicar, de um modo completo. Além da reverência que gera (e deve gerar) em nós, ela deve também nos servir de conforto, visto que podemos sempre ter a certeza da atenção e cuidado integral do Senhor pelas nossas vidas. Não é preciso esperar numa fila ou marcar uma audiência para estarmos na presença santificadora de Deus. Quando estamos na Sua presença toda a atenção nos é dada, assim como é dada, ao mesmo tempo a outros, em toda a parte.
Embora seja confortante para o crente, esta doutrina não o é em relação aos não crentes. Não é possível esconder-se de Deus; não existe nem um único cantinho, no vasto Universo, onde Deus não esteja. A Sua influência faz-se presente em todos os lugares.
O alcance da presença de Deus faz com que, mesmo o ímpio que sofre nas chamas do inferno, não esteja separado dele, ou seja, ‘fora do alcance’ da influência divina. No inferno a pessoa está, simplesmente, separado da Sua benevolência.
Entre outros, há um texto poético (mas didáctico) que magnifica e exalta a omnipresença de Deus de um forma magistral. Este texto é o Salmo 139: 7-10.
Que a verdade de que Deus está, pela Sua influência, em todos os lugar nos encha de conforto e de reverência, no que diz respeito ao nosso modo de viver e de agir.
Que a graça do Deus Omnipotente e Omnipresente seja com todos os que vivem debaixo do Seu governo, isto é, do Seu reino.
Textos de apoio: Jó 11: 7-9; Jeremias 23: 23,24; Actos 17: 22-31
(bases: Verdades Essenciais da Fé Cristã de R.C.Sproul e Grandes Doutrinas Bíblicas de Dr. Martyn Lloyd-Jones, Teologia Sistemática de George Eldon Ladd e Teologia Sistemática de Wayne Gruden).
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